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Maria Adelaide Amaral se inspira em #PLL para fazer Sangue bom.

Divulgação/TV Globo
Em "Sangue Bom", Amora (Sophie Charlotte) começou a novela como uma it-girl arrogante que iria se redimir após encontrar seu amor de infância. Tudo estava certo para a apresentadora se tornar a mocinha da história, mas o público rejeitou a personagem. Sem saída, os autores transformaram a jovem na vilã do folhetim. Na reta final do projeto, Maria Adelaide Amaral e Vicent Villari resolveram resgatar a sinopse original e transformar Amora em uma pessoa regenerada. 
Para isso, passaram a fazer a moça ser chantageada por um personagem misterioso chamado de Sabotador. Desde a última segunda-feira (21), o chantagista ganhou mais espaço na trama e a história deve dominar a produção até o fim.

Amora vem sendo atormentada pelos crime que cometeu, pelos que queria cometer e pelos teria todos os motivos para ter cometido. As ameaças chegam através de mensagens de celular assinada por "kkk".

Nas redes sociais, fãs do seriado "Pretty Little Liars" comentam que o artifício usado pelos autores é bem parecido com o enredo do seriado americano produzido pela ABC Family.  

Divulgação/ABCNa série, um grupo de garotas começam a receber mensagens anônimas assinadas por "A" ameaçando revelar todos seus segredos após a morte de uma integrante. Além disso, o tal chantagista vive criando situações para encurralar o grupo.

Amora também cairá em um armadilha de seu sabotador e acabará presa suspeita de um atentado contra Giane (Isabelle Drummond). 

Se em "Pretty Little Liars" a identidade do personagem misterioso  revelado na terceira temporada, em "Sangue Bom" sua identidade será mantida em segredo até o final. A tática tem como objetivo fazer com que o público fique com pena da personagem e torça/aceite que ela termine a novela nos braços de Bento (Marcos Pigossi). 

Para ajudar a convencer o público de ela se tornou boazinha, a it-girl ainda conta o drama da irmã doente e a promessa de cuidar dos sobrinhos órfãos. 

Os autores têm nove capítulos para fazer aquilo que não conseguiram em 160: convencer os telespectadores que a protagonista do folhetim é realmente sangue bom. 





COMENTÁRIO SWEET: 


Eu nem ia postar isso aqui, mas devido a repercussão negativa que teve em alguns blogs que eu AMO, eu resolvi postar para defender uma ideia que ninguém parou para pensar.
-A não é original da Sara (escritora dos livros) ou da Marlene (produtora da série). Existem muitos filmes de terror com esse enredo, principalmente "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado".
Foi baseado em filmes assim que PLL foi escrito. 
Inclusive a roupa preta. A única coisa que é original mesmo da série é a Red Coat.
Se deu certo nos filmes, nos livros e na série, por que não poderiam fazer numa novela? Acho super divertido ver pessoas sendo ameaçadas anonimamente. Eu nunca vi essa novela, há muito tempo eu não paro para ver coisas na globo (Sou anti-globo), mas quando dizem que a autora copiou não quer dizer de uma forma ruim, afinal... ela copiou mesmo e não foi nem dos filmes, foi realmente da série. 
Ela mesma disse.
E... Qual o problema dela ter feito isso?  O lance das ameaças e do capuz não é original de PLL. 
Falar é fácil, quero ver criticar com argumentos eloquentes. 
Não vi uma critica decente sobre isso.
Então não venham criticar quem faz humor com isso.
Obrigada!

/Sweet

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